| Unidade de Técnicas de Gastrenterologia |
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Actualização: Julho 2008
O Serviço de Gastrenterologia e Hepatologia, tem vindo a sofrer, ao longo dos últimos anos, várias alterações e remodelações ao nível das suas infra-estruturas, bem como alterações nas formas de trabalhar, que em muito vieram beneficiar a eficácia na prestação de cuidados de saúde e das quais destacamos:
- Já no que concerne às Unidades de Gastrenterologia, a instalação do sistema Pixis permitiu um sistema de prescrição electrónica em que, ultrapassados os problemas iniciais, se mostrou bastante vantajoso, permitindo até uma percepção imediata dos custos.
- A remodelação do Centro de Ambulatório foi, talvez e até hoje, o que a nível do Hospital terá tido mais impacto. Veio permitir uma distribuição mais racional entre os Serviços, pese embora a falta de alguns gabinetes médicos de modo a instalar internos dos 4ºs e 5ºs anos, no gabinete contíguo ao do tutor, o que se traduziria numa maior produtividade.
- Quanto à remodelação e apetrechamento da Unidade de Técnicas de Gastrenterologia, foi uma medida que merece todo o destaque pelos inúmeros benefícios oferecidos pelo novo equipamento, salientando-se de entre eles a redução das listas de espera e a prática de novas técnicas diagnósticas, como o ecoendoscópio de alta definição; terapêuticas como o árgon plasma, e a possibilidade de aumentar o número de salas para a realização das técnicas endoscópicas altas e baixas.
A aquisição da aparelhagem de impedância esofágica, coloca o Centro Hospitalar Lisboa Norte na vanguarda do estudo das Doenças Esofágicas. Caberá adiantar que tanto o Fibroscan (elastografia) abdominal – que pode evitar a realização de biopsias hepáticas – como a cápsula endoscópica, esta que visualiza a parte do intestino delgado não acessível por outros métodos, têm dois dias definidos para se realizarem.
Novos Avanços na informatização/gestão e novas aplicações informáticas
A implantação da Intranet permite uma comunicação permanente entre a Direcção, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, e todos os Serviços. Foi levada a cabo uma remodelação dos circuitos informáticos com transferência do “Servidor” para o Serviço de Informática e a criação de novos pontos de rede, os quais permitem a recepção dos resultados dos exames complementares – análises, exames imagiológicos e relatórios dos exames anátomo-patológicos – que podem ser recepcionados na Enfermaria ou no Centro de Ambulatório. Também a remodelação das agendas de marcação de exames e de registo dos procedimentos, mostrou-se uma perfeita mais-valia.
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Resultado final das obras de remodelação na Unidade de Técnicas de Gastrenterologia, que incidiram, de forma completa, nos níveis estrutural, funcional e de reequipamento permitindo uma melhoria qualitativa ao nível da eficiência da prestação de serviços e do conforto geral, para Utentes e Colaboradores do HSM |
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| Ampliação da Unidade de Técnicas de Gastrenterologia |
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 Memória descritiva
A UTG, instalada no piso 1 do Hospital de Santa Maria, entrou em funcionamento em Novembro de 1991. Foi uma das primeiras unidades de Técnicas de Gastrenterologia em hospitais portugueses, dando expressão à notável expansão e desenvolvimento da endoscopia digestiva. Dotada de todas as técnicas endoscópicas convencionais, de uma unidade de litotrícia e de uma unidade biliar, tem dado um contributo fundamental para o prestígio da Gastrenterologia do Hospital. É uma das poucas unidades no país, senão mesmo a única, que dispõe de instalações com equipamento de radiologia, o que lhe permite realizar todas as técnicas que exigem controlo radioscópico como, por exemplo, CPRE (Colangeopancreatografia Retrógrada Endoscópica) e a colocação de próteses.
A inovação tecnológica e a introdução de novas técnicas têm sido uma preocupação constante. Nesse sentido, é de mencionar o pioneirismo das técnicas de gastroplastia endoscópica no país e na península ibérica, fazendo da nossa Unidade um centro de formação e de referência internacional. Mais recentemente, a implementação da cápsula endoscópica e da elastografia (Fibroscan), particularmente a última, criou novos pólos de desenvolvimento e de visibilidade para o Hospital de Santa Maria.

Foi das primeiras unidades de endoscopia do país a cumprir com as normas mais exigentes de desinfecção dos equipamentos endoscópicos, dispondo de instalações que permitem o processamento integral dos aparelhos.
A UTG tem uma forte tradição na descentralização dos processos administrativos. Possui um sistema informático original e exclusivo, que permite a elaboração de relatórios com inclusão de imagens endoscópicas, e o armazenamento e gestão dos dados endoscópicos.
A Futura UTG
As obras de ampliação da UTG começaram em Abril de 2007, prevendo-se que estejam concluídas, incluindo instalação dos equipamentos, no final do verão. A nova UTG ficará dotada com mais duas modernas salas de endoscopia e um pequeno recobro. Uma das salas destina-se à Endoterapia e a outra à endoscopia convencional. O organigrama da nova UTG será o seguinte:

A criação de uma unidade de Endoterapia é uma inovação a nível nacional e corresponde à necessidade de dar resposta à cada vez maior procura de actos endoscópicos terapêuticos. Será equipada com a mais recente tecnologia e disporá de equipamento para dar resposta, entre outras, às seguintes situações:
Hemostáse de hemorragia digestiva;
Colocação de próteses do tracto digestivo;
Remoção de corpos estranhos do tracto digestivo;
Punções e colocação de cateteres guiados por ecoendoscopia;
Mucosectomia;
Gastroplastia / sutura endoscópica.
Para além de uma resposta mais célere aos pedidos de exames e a criação de novas de novas como, por exemplo, e ecoendoscopia terapêutica, a nova UTG deverá ter como objectivos primordiais:
implementação de novas técnicas;
oferta de actos endoscópicos diferenciados;
melhor resposta às endoscopias de urgência;
qualidade dos actos praticados.


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